21. Vida Consciente

Cientes que somos o despertar da consciência… Percepção à busca da verdade e da realização pessoal, através da integridade que nos mantém atento no aqui e agora, trazendo na lembrança apenas as recordações do tempo entre as sementes e o final das colheitas.

Quando adentramos no campo da metafísica, onde há tantas dimensões de natureza vibratória e que caminham paralelamente à nossa, podemos dizer que a consciência se desloca no espaço infinito, acessando tanto o passado como o futuro, numa trajetória circular além do tempo comum. E, ao compreendermos em que se baseia essa capacidade, estaremos bem mais perto de acessar as respostas ocultas dentro de uma realidade muito maior.

A mente humana em seus diversos níveis de consciência é capaz de interagir numa variedade enorme de imagens e pensamentos em torno de situações individuais. O homem possui uma consciência objetiva, ligada aos cinco sentidos: visão, audição, tato, paladar e olfato, assim como funções subjetivas ligadas à memória, à imaginação e ao raciocínio de um modo geral, bem como ao sexto sentido ou uma percepção extra sensorial, conhecida como intuição.

A intuição é o que nos guia e nos conduz à consciência cósmica, de onde recebemos informações e mensagens ancestrais, que são fundamentais para percebermos os “insights” e as sincronias que estão a nossa volta, tal como o conhecimento que se expande através dos três reinos, dentro e fora de nós.

O divino que se manifesta na observação consciente!

Essa manifestação é a transformação necessária para que possamos olhar o mundo de uma maneira mais coesa, essa é a postura digna de um verdadeiro druida, que vive conectado às vibrações que emanam ao seu redor, principalmente, no que se refere à consciência ecológica.

Mas é preciso sair do comodismo e se envolver com a sabedoria da Terra e da Natureza, pois esse é chamado da alma no momento presente e que necessita do nosso total comprometimento. Pense o que você está fazendo AGORA para mudar a sua realidade?

Finalizo com as palavras do druida Philip Carr-Gomm: “O Druidismo oferece uma maneira de se reconectar aos valores que nos tornam potentes e proativos em ações específicas em nossas vidas cotidianas. A Rede da Vida e a ilusão da separação tecida em grande parte do pensamento druida e toda a sua prática é a crença de que estamos todos conectados em um universo que é essencialmente benigno por não existirmos como seres isolados que precisam lutar para sobreviver no mundo cruel. Em vez disso, somos vistos como parte de uma grande teia ou tecido da vida que inclui todos os seres vivos e toda a Criação. Esta é uma visão essencialmente panteísta da vida, que vê toda a Natureza como sagrada e interconectada. Essa visão se tornou popular, recentemente, graças ao trabalho de James Lovelock, cuja hipótese de Gaia sugere que o planeta é um ser vivo, funcionando como um organismo único e que mantém as condições necessárias para sua sobrevivência. Os vários processos que ocorrem na Terra – físico, químico, geológico e biológico – são vistos como interconectados, afetando um ao outro em um processo contínuo de troca e relacionamento, despertando assim a consciência da interconectividade.”

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Rowena A. Senėwėen ®
Pesquisadora da Cultura Celta e do Druidismo.

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